O Nú Na Fotografia

 “O corpo humano é a fonte de quase todas as inspirações. A nudez é sempre inquietante, instigadora e bela. Por isso o artista, seja na pintura, escultura, na dança ou fotografia, encontra no corpo nú uma profunda ligação com a pureza do ser. É a sensualidade que move a criação em todos os sentidos. É a sensualidade que evoca o amor, a paixão e a criação do homem.”

Adriano Cavalcanti de Paula

Desde o começo da História do Homem, o nú é representado como forma de arte. A “Deusa Mãe” da pré-história, passando pelas representações clássicas em esculturas, às pinturas da Renascença. Como tal a fotografia não poderia passar sem uma abordagem, por vezes magistral, a esta representação da natureza que, quanto a mim, deve ter uma abordagem cuidado, não por respeito ao costumes, mas antes por respeito à estética e ao bom gosto. Até porque a representação com cunho castrador pode dar aberrações iguais à representação do nú da idade média ou à inestética da pornografia. “O bom gosto não se discute”.

O nú pode ser uma arte, e para ser arte tem a ver com a forma como tratamos quem se expõe, a maneira como iluminamos, a forma de enquadrar, a complexidade de ser uma tema que deva ser tratado condignamente. Por mim o nú deve ser tratado de uma forma elevada, mas sem preconceitos morais, estéticos ou ideológicos.

A cultura judaico-cristã impos o nú como algo vergonhoso em vez de belo, mas o nú nunca vai sair de moda e não vai ser conceitos puritanos atuais que o vão descredibilizar.” A malícia não está no corpo que se mostra mas na mente que vê”. “Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.” (Tito 1:15)

Aliás, na própria Biblia é descrito que o homem e a mulher andavam no paraíso nús, num “estado de inocência”, mas quando quebram a regra descobrem a maldade e com ela a vergonha.

A Fotografia que vos apresento, assim espero, que seja um louvor a mulher, à natureza, à arte e à beleza.



Fotografia de Nú em que usei duas caixas de luz simples (conforme esquema), pus a modelo à vontade, demonstrando-lhe profissionalismo e naturalidade no trato, uma amiga cuidou de dar um toque especial no cetim e no cabelo.


Fotografia:  Jorge Alves

Modelo: Susaninha Sotto-Mayor

Produção: Genny Pita





Jorge Alves

Fotógrafo e Formador



"APONTAMENTOS DE FOTOGRAFIA"
A Fotografia de Moda e o Fotógrafo de Moda
A Fotografia de Moda sempre me fascinou por ser uma das disciplinas mais exigentes, onde o fotógrafo tem que ter um excelente domínio da técnica, sabendo os segredos da luz, aliado a um extremo bom gosto e estética apurada.
Tem de possuir uma grande capacidade de planificação de uma forma irrepreensível pois são sessões que envolvem produtores, editores, directores artísticos, cabeleireiros, maquilhadores, assistentes. Na fotografia é o trabalho mais idêntico a realizador de cinema.
O Fotógrafo de Moda para além dos conhecimentos apurados da técnica e do domínio da luz, tem que se preocupar com o posicionamento dos modelos. Se o penteado está no lugar, se a luz está a incidir no local certo, se o diafragma é o correto, se a velocidade de obturação é a que pretendia, para não haver surpresas, se a/o modelo tem a atitude correcta, se esta/e "seduz" a lente, etc.
O Fotógrafo de Moda tem que saber trabalhar convenientemente em estúdio como exteriores. É um retratista, um paisagista, saber fotografar uma noiva, trabalhar com o flashmeeter, com a s cabeças de flash, com luz contínua, temperaturas de cor, photoshop, reflectores, etc. E todo ao mesmo tempo.
Há é verdade e já agora tem que surpreender!
E quantas vezes lida com modelos pouco experientes que tem que dar sempre a sugestão da pose, do olhar, do posicionamento do corpo e ao mesmo tempo ver se a envolvente de fundo e adereços estão corretos e bem iluminados.
Outro aspecto muito importante é que o Fotógrafo de Moda tem que estar sempre muito atualizado e na vanguarda da arte fotográfica, ser inovador, experimentalista e estar sempre a par das grandes publicações que são referência da moda internacional. Nas grandes capitais da moda, como Milão, Paris, New York e consultar muitas publicações que são autênticas bíblias e motivos de inspiração. Pois, normalmente, trabalha com uma equipa de profissionais de topo. Gente exigente, criativa e vanguardista.
Para vingar no mundo da moda é preciso determinação, humildade, imensa vontade de aprender, planeamento e marketing, muito marketing, para além de compreender que o êxito vem com algumas derrotas…e traições.
Deverá estar sempre pronto a enfrentar a batalha e ter um posicionamento ético perante o trabalho e outros valores. Senão terá uma ascensão imediata mas nunca será consistente.
O Fotógrafo de Moda (não só) tem que ter uma exigente cultura geral do meio, estar a par das tendências da moda, da História da Moda, da História da Arte, estar receptivo às influências do cinema, da literatura, da banda desenhada, das artes plásticas e de toda a história da cultura da sociedade.
Deverá adequar-se convenientemente e aprender a trabalhar com uma equipa de estilistas e de especialistas muitos competentes onde o glamour e a sofisticação são fruto de muito trabalho, profissionalismo, de muita exigência, perfecionismo, planeamento rigoroso e muita responsabilidade.
Sou um fotógrafo generalista porque circunstâncias particulares assim e ditaram. Mas há uma coisa que aprendi na moda. Ao contrário do que se pensa, só vingam verdadeiramente (não ligar ao fogo de artifício) os que são competentes, honestos, éticos e que tratam as pessoas de uma forma correta. Os outros...passam por lá e têm uma carreira, apesar de muito vistosa, curta.
Se tiver o comportamento destes últimos dou um concelho: dediquem-se ao “time sharing “de unidades hoteleiras virtuais e “desampar a loja”.
Ah…podem ainda estarem a tempo(?) de moda(r).
Jorge Alves
Fotógrafo e Formador
www.jorgealves.net
http://jorgealvesfotografia.blogspot.com/
http://www.facebook.com/jorge alves fotógrafo
Artigo publicado na Revista “Novos Talentos” de Março

A FOTOGRAFIA NOTURNA

A Fotografia Noturna


Fotografia Noturna de Retrato com sincronização lenta

Ao tirar fotografias de cenas nocturnas que incluem pessoas e usar o flash e a câmara estiver em modo Programa Automático (P), irá iluminar a pessoas mas a cena nocturna do fundo irá aparecer completamente negra.


Exemplo de fotografia tirada com a câmara em automático.
A fotografia é péssima e faz a leitura da luz ambiente da galeria (fig1) Fotografia Jorge Alves



Para evitar isto pode iluminar a pessoa com o flash e usar uma velocidade lenta de obturação para a cena noturna. Este método de fotografar é conhecido como disparo com sincronização lenta.

Exemplo de uma fotografia feita com sincronização lenta

Para efectuar disparos em cenários nocturnos o obturador deve permanecer aberto depois do flash desligar. Certifique-se de que avisa previamente o sujeito (caso exista) a fotografar, de que não deve mexer-se até o obturador fechar.



No modo de exposição com prioridade ao obturador ou manual, o flash é disparado imediatamente antes de o obturador fechar. O tempo que a câmara leva a fechar o obturador dá para fazer a leitura das luzes de fundo.


Utilize para criar o efeito de um raio de luz a seguir motivos em movimento.


Os flashes modernos têm características fantásticas por isso aproveite-as ao máximo e experimente algumas técnicas de flash criativas.


Uma das técnicas mais eficazes para salientar o movimento é o flash de sincronização lenta, em que a velocidade de obturador baixa é combinada com um único disparo de flash, para produzir imagens arrastadas e congeladas de um assunto no mesmo fotograma.


Se puder escolher entre flash de sincronização à primeira ou segunda cortina, prefira o último pois produz um efeito mais natural quando existe movimento.



Fique na rua até tarde (ou levante-se cedo)

Depois do por do sol há um infinito de oportunidades que se oferece ao fotógrafo, principalmente nascidades onde há uma infinidade de cores e iluminação artificial;


Gosto imenso do período logo após o sol se pôr, porque se o céu tiver limpo proporciona um fotografia fantástica em conjunto com as luzes da cidade.

Neste tipo de fotografia é essencial possuir um tripé e um cabo disparador (nas câmaras modernas o cabo disparador é substituído pelo temporizador)


Foto 3
Copyright: Jorge Alves

Use exposições longas para captar o trânsito em movimento para se verem as


riscas das luzes do carros e iluminação da cidade.


Use o bracketing de exposição:
 É maneira mais fácil de assegurar uma exposição correcta.


A luz do crepúsculo é a melhor. Pois permite fotografar a luz artificial ainda existente em combinação com a luz natural do céu. Foto 3;

Como foi tirada com a câmara na mão, nesta foto foi usada uma velocidade de obturação média de forma a usar uma velocidade suficiente para que não tremer;

No caso desta foto tive que aumentar a sensibilidade.

 
Foto 4
                  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   O aproveitamento criativo da temperatura de cor proporciona imagens interessantes;
Em imagens estáticas é importante usar o tripé;
Usar uma velocidade de obturação baixa;
Usar o valor ISO o mais baixo possível de forma a imagem ter o menos ruído possível e uma definição muito maior ;

A medição da luz deverá ser feita para o local mais iluminado
Na fotografia nocturna o fotógrafo tem que ter paciência e esperar pela melhor altura para fazer a imagem;

-Pode fazer uso criativo das objectivas, dos ângulos e do enquadramento;
-Deve usar a técnica e a criatividade.
A criatividade passa por esperar o melhor momento, o melhor dia, a melhor hora;
Tirar partido dos enquadramentos e estudar previamente os locais;
Fazer uso da velocidade de obturação adequada;
Fazer uso da temperatura de cor que mais se adequa à luz e à cor que queremos ter na imagem.



Neste tipo de fotografia é essencial possuir um tripé e um cabo disparador (nas câmaras modernas o cabo disparador é substituído pelo temporizador)      
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  Use exposições longas para captar o trânsito em movimento para se verem as
riscas das luzes do carros e iluminação da cidade.

  
Use o bracketing de exposição:
A maneira mais fácil de assegurar uma exposição correcta
A luz do crepúsculo é a melhor pois permite fotografar a luz artificial ainda existente em combinação com a luz natural do céu;         
Como foi tirada com a câmara na mão, nesta foto (foto 4) foi usada uma velocidade de obturação média de forma a usar uma velocidade suficiente para que não tremer;
No caso desta foto tive que aumentar a sensibilidade.
O aproveitamento criativo da temperatura de cor proporciona imagens interessantes;
Em imagens estáticas é importante usar o tripé;
Usar uma velocidade de obturação baixa;
Usar o valor ISO o mais baixo possível de forma a imagem ter o menos ruído possível e uma definição muito maior ;
A medição da luz deverá ser feita para o local mais iluminado.

-Na fotografia nocturna o fotógrafo tem que ter paciência e esperar pela melhor altura para fazer a imagem;

-Pode fazer uso criativo das objectivas, dos ângulos e do enquadramento;

-Deve usar a técnica e a criatividade.

A criatividade passa por esperar o melhor momento, o melhor dia, a melhor hora;

Tirar partido dos enquadramento e estudar previamente os locais;

Fazer uso da velocidade de obturação adequada;















Foto 5


Fazer uso da temperatura de cor que mais se adequa à luz e à cor que queremos ter na imagem.


O uso criativo do flash:


Quando já é noite podemos usar o flash à cortina traseira com uma velocidade de obturação baixa, com a máquina num tripé de forma a iluminarmos o modelo ou objecto e ver-se o fundo bem exposto.

 
No entanto há situações que não podemos usar tripé, como é o caso da reportagem (Foto 6), e temos que usar flash em situações de pouca luz e de forma a vermos a paisagem;

 Neste caso podemos usar velocidade de obturação de 1/30 ou 1/15 e usarmos o flash de forma a “congelar” o modelo ou o objecto.


Faço uma medição de luz à paisagem que me dá um determinado diafragma e velocidade e depois uso o flash de forma à potência de luz ficar equilibrado com a luz do fundo.


  
Foto 6
   
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Não esquecer:
- Esperar a melhor hora para fotografar;


- Usar o tripé;

- Usar o temporizador ou o cabo de disparo para não tremer;

- Usar a menor sensibilidade possível;

- Usar, inevitavelmente ,uma velocidade de obturação lenta;

Fazer a medição pontual para a zona de maior iluminação


 Foto de Jorge Alves      
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Foto de Jorge Alves


       
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   
A temperatura de cor
3.200 graus Kelvin a luz artificial ou de tungsténio


5.600 graus Kelvin a luz de dia

8.000 graus Kelvin a luz azul

Lâmpadas incandescentes: Luz quente (alta dissipação de calor), de baixa temperatura de cor (3000K) produzindo uma cor de temperatura psicológica quente (amarelo);


Lâmpadas incandescentes com filtro azul: Luz quente (alta dissipação de calor), de alta temperatura de cor (supondo entre 4000 e 5000 k) produzindo uma cor de temperatura psicológica fria (branco-amarelado);


Lâmpadas Fluorescentes daylight: Luz fria (baixa radiação de calor), de alta temperatura de cor (5500K), produzindo uma cor de temperatura psicológica fria (branco).

Lâmpadas Fluorescentes XX: Luz fria (baixa radiação de calor), de baixa temperatura de cor (4000K), produzindo uma cor de temperatura psicológica quente (esverdiado).


           








Alguns conselhos:

Usar máquina reflex (as máquinas compactas também são válidas desde que tenham controlo manual do ISO, velocidades e aberturas), um tripé (o sistema de estabilização é insuficiente para exposições longas, é melhor desactivá-lo), um cabo disparador ou um comando à distância de infravermelhos.

O temporizador da câmara também serve.
Como a fotografia nocturna está, normalmente relaccionada com velocidades de obturação lentas, é conveniente que a câmara possua a velocidade de obturação modo b (bulb) que permite fazer uma exposição do obturador durante o tempo que necessitarmos.


É muito importante o uso do sistema de medição manual da câmara de forma a sermos nós a controlarmos a velocidade de obturação e abertura porque é sempre necessário fazer ajustes.

Cuidado com a utilização da leitura da máquina quando existe faróis de viatura apontadas directamente à nossa câmara. Pois vai falsear a leitura da exposição sobreexpondo a fotografia.

A fotografia nocturna exige uma grande dose de paciência e uma planificação do trabalho;

Numa fotografia nocturna devemos fotografar com a abertura que acharmos mais adequada e fazer-se mais três fotografias;

Da seguinte forma: 1ª. fotografia a exposição que o fotómetro julgue correcta, 2ª. fotografia um diafragma mais fechado, 3ª fotografia dois diafragmas mais fechado, 4ª. fotografia um diafragma mais aberto em relação ao que consideramos correcto.

Exemplo: a leitura será f8 de abertura a ½ de velocidade de obturação a um isso de 400

2ª. Foto f11

3ª. foto f22

4ª. Foto f5.6

Não se esqueçam que em vez de regular o diafragma podemos regular o obturador,

Aumentando ou diminuindo a velocidade.

A leitura do LCD da câmara pode enganar-nos, daí este deve estar bem calibrado.

Em relação à medição nunca se deve usar a matricial a não ser em situações bastante críticas de reportagem.

A medição matricial tira a “alma” à fotografia proporcionando quase sempre imagens sem interesse.

No caso da fotografia nocturna deve-se usar uma medição pontual à zona de valor médio.

Como usamos velocidade de obturação muito baixas será conveniente (nas câmaras que o permite) optarmos pelo modo de bloqueio do espelho de forma a não tremer a imagem devido ao movimento do mesmo.

Devemos usar a velocidade ISO o mais baixo possível para não criar ruído na imagem, as câmaras mais modernas também possuem modo de redução de ruído.

Em relação à objectiva devemos usar uma grande angular ou uma zoom de curta distância focal;

No que se refere à abertura devemos usar um diafragma o mais fechado possível ou medianamente fechado;

Não esquecer que o uso do diafragma é importante na profundidade de campo e é importante para termos uma imagem bem focada em diferentes planos;

Cuidado com a focagem. Há, por vezes dificuldade de focar com pouca luz. Em alguns dos casos o modo manual é aconselhável.



Boas fotografias

Jorge Alves

jalvesfoto@gmail.com

http://www.jorgealves.net/






                 

Conteúdo Programático do Curso de Fotografia, Edição e Tratamento Digital

Método de pagamento: 25 Euros com a inscrição
                                      50 Euros dia de começo do Curso
                                      50 Dia 24 de Novembro de 2012

Planificação e Conteúdo Programático do Curso

1.       Estética eTécnica Fotográfica (3 horas)

a)     O olhar dofotógrafo

b)     Encontrar umalinguagem pessoal

c)      A técnica éimportante!

d)     A fotografiacomo documento histórico

e)     Falar dosmestres

2.      A linguagemdigital (1 hora)

3.       Funcionamentodascâmaras digitais (3 horas)

a)     A câmara escura

b)     A câmaradigital

c)      O CCD e o CMOS

d)     Resolução etamanhos de imagem

e)     O obturador

f)      O diafragma

g)     Os visores

h)     Plano focal

i)       Profundidadede campo

j)       As diferentescâmaras digitais

k)     Objectivas

l)       Distânciafocal e campo de visão

m)   Os diferentes ISOe sua funcionalidade econsequência

4.      Aula práticano exterior (6 horas)

5.        Utilizaçãodos filtros e o Balanço de Brancos(1 hora)

6.        AdobePhotoshop (8  horas)

7.      - Formatos dearquivos – JPEG, TIF e RAW
- Calibração de monitores
- Trabalhando com arquivos RAW
- Crie montagens e fusões autênticas
- Corrigindo exposição das fotografias
- Substitua cores em objectos
- Aprenda a fazer a maquilhagem digital
- Recorte de cabelos
- Corrija manchas e rugas
- Faça fotos em sépia
- Converta fotos em P&B
- Crie reflexos em objetos
- Acerte a perspectiva
- Aumento da nitidez das imagens
- Actions
- Fotos panorâmicas
- Limpeza de manchas e riscos
- As novidades do CS4
- Ferramenta Quick Selection
- Comando Refine Edge
- Auto-align e Auto-blend
- Clone
- Black& White
- Smartfilters
- Tratamentode cores
- Correcção de textura de pele
- Curvas
- Tratamento de cores
- Balanço de brancos no Photoshop
- Correcção de brilho
- Redução de ruídos 
- Processando arquivos Raw
- Produção de assinatura digital e marca d´água
- Aplicação de marca d´água em actions
- Margenscriativas
- Layers
- Imege forweb
- Criando background e patterns
- Aplicação de textura




9.       AulaPráticade Photoshop (6 horas)

10.   Iniciação àIluminação e retrato (3 horas)

a.      O flashelectrónico (portátil de estúdio)

b.     A luzreflectida

c.      Luz natural

d.     Luz contínua

11.    Recolha imagensem estúdio e  exterior (6 horas)

12.   Recolhadetrabalhos em exterior e visualização (12 horas)

Duração total do Curso: 43 horas

É necessário possuir:
Câmara fotográfica com regulação de velocidades e abertura
Computador ( de preferência portátil)

O MARKETING APLICADO AO FOTÓGRAFO PROFISSIONAL

O MARKETING APLICADO AO FOTÓGRAFO PROFISSIONAL
“…fotografias boas já quase toda a gente faz. Nós temos de fazer fotografias excepcionais”
“Há uma hora de partida mesmo quando não há lugar certo para ir” Tenesse Williams
Nunca é tarde para darmos uma volta á nossa vida e começar tudo de novo, se necessário. O tempo é de crise e devemos aproveitar este tempo para reformular a nossa vida e questionar tudo.
A tendência actual é que perante a crise é de baixarmos os preços e entrar numa zona concorrencial onde existe uma multidão a mover-se. Faz-me lembrar um lago que começa a secar no verão e onde não há espaço viver e comer para todos os crocodilos. Chega uma altura em que os animais se comem uns aos outros.
Os tempos que correm para os fotógrafos são de destacarem-se perante o incremento da fotografia digital acessível a todos. Quantos de nós não fotografámos casamentos em que está sempre um convidado “cromo” ao nosso lado aproveitar os nossos ângulos ou um amigo que fotografa o casamento e dispensam o fotógrafo.
Temos que valorizar o nosso trabalho e isso passa pelos preços que damos mas também pela nossa permanente actualização . Temos que ser diferentes e melhores. Porque fotografia boas já quase toda a gente faz. Nós temos que fazer fotografias excepcionais.
A criação de um site em que mostremos ao potencial cliente a nossa arte, a nossa permanência nas redes sociais, a aposta no nosso nome como uma marca de prestígio.
O contacto com outras pessoas “networking” como forma de abrir o nosso leque de potencias clientes feito de uma forma não agressiva é o caminho que o Fotógrafo/Empresário tem de correr.
Fazer wokshops e cursos de fotografia com os melhores fotógrafos em áreas que vão desde casamantos, passando pela moda e pelo Photoshop. Temos também recursos infindáveis para aprender na internet, através de sites, blogs, do you tube, etc.
Existe também uma parte importante que os fotógrafos profissionais têm que valorizar: a componente ética. A ética não é só termos os impostos em dia, mas não dizermos mal dos outros colegas de profissão e cumprirmos o contrato com o cliente escrupulosamente. Não se esqueça que o melhor marketing é o de um cliente satisfeito. Um cliente satisfeito diz bem de nós e recomenda-nos a outros potenciais clientes.
Há um excelente fotógrafo meu amigo que diz que a fotografia de casamentos deve ser encarado como um “artigo de luxo”, mas para valorizarmos o nosso trabalho como um “artigo de luxo” temos que fazer um trabalho irrepreensível que passa por um contrato feito e assinado pelo fotógrafo e o cliente, dar-mos o melhor no nosso trabalho e a apresentação dos nossos trabalhos e álbuns. O meu lema é “A fotografia é uma jóia, o álbum um tesouro”.
Jorge Alves, Fotógrafo Formador



Fotografia de Jorge Alves para GNR

Henrique Gabriel - Artista Plástico


Trabalho para GRI-GRI NOIVAS


1º Curso de Fotografia do ISLA



Esta é a turma do 1º. Curso de Fotografia Profissional do
ISLA que tenho muita satisfação em coordenar e ser for-
mador

Darkness 1


Joana

Estúdio







Noiva


Fotografia de Estúdio

Victor Lages Artista Plástico

Realizei este trabalho fotográfico ao Artista Plástico Victor Lages, especialista em Arte Sacra Contemporânia. Quem fez a produção deste trabalho foi o artista, baseado numa ideia minha.

Sandra e Ricardo


Com muita calma, fui depois com os noivos até à praia saborear a brisa de uma noite de verão.

Noiva Rute


Fotografar a Rute foi uma autêntica sessão de moda.

Cartão de Fotógrafo Profissional

Este é a informação que vai passar no tempo de antena da RTP.
Os fotógrafos deverão estar certificados como as outras profissões.



Feliz Natal e Ano 2009 com Paz e Saúde


Desejo a todos os meus amigos e companheiros nesta luta das artes um Bom Ano de 2009